Pensamento Desconexo

Filosofias de buteco



Biscoito da sorte

                            Aforismo


O Homem que toma consciência de seus erros sente-se acolhido pelos demais erros da sociedade. Já o homem que toma consciência dos erros da sociedade, não mais encontrará conforto dentro de si próprio.

 

Profundo? Relevante? Com algum sentido? Não sei. Só sei que isso aí salvou o meu ano ao me render um 9 de Ética.

 

Lição aprendida: se o jornalismo não der certo, posso vender frases para as fábricas daqueles biscoitinhos chineses!



Escrito por Babi às 23h13
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Folguinha

                      Repentes de alegria

 

Sei que ando – e provavelmente ainda andarei – bem sumida desse espaço, mas isso sim é um fato a ser compartilhado.

Não é digno de um surto de alegria quando a sua empresa, bem em um momento no qual você está no auge do seu cansaço, decide reformar a sua sala e concede a todo o departamento uma FOLGA em plena segunda-feira?



Escrito por Babi às 23h11
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Olímpiadas

                         Volta olímpica

 

Esse post era para ter sido escrito no dia 08/08/2008, as 08h08 (já que a numerologia das datas com algarismos repetidos está bombando!). Mas, não foi possível, dada a minha preguiça e os vários outros afazeres a cumprir.

Mas o que posso dizer é que, do nada, de alguns dias para cá, não sei o motivo certo,me deu uma vontade de ser jornalista esportiva!

 

 

 

 

Pequim, alguém?

 



Escrito por Babi às 23h54
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Frases

              E no ambiente de trabalho...

 

 

Sexta-feira, final de tarde, aquele clima de final de expediente da semana. Em uma conversinha informal, estagiária propõe um desafio lógico para distrair os colegas:

 

Estagiária: ‘Gente, quero ver se vocês sabem essa. Se eu estou em cima do muro, à cavalo, o que eu tenho nas mãos?’

 

Resposta quase geral: “As rédeas”

Justificativa: “Se você está em cima de um cavalo, em qualquer lugar, é natural que você tenha que ter as rédeas nas mãos.”

 

Resposta correta: “Uma pá”

Justificativa: “Se você está em cima do muro, A CAVÁ-LO, só pode ser com uma pá”, responde a estagiária, esclarecendo a pegadinha entre a troca do substantivo pelo verbo.

 

Resposta de uma das chefes: “O cu’

Justificativa: “Se eu estou num cavalo, no alto de um morro, sabendo que o bicho pode disparar, no mínimo, o que eu vou estar, é com o cu na mão!”

 

Tem coisas que só uma redação faz por você!



Escrito por Babi às 21h23
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Apagão

                  Sem rede e sem rumo

 

 

A pane no serviço de banda larga da Telefônica que atingiu praticamente todo o Estado de São Paulo na noite da última quarta-feira, 2 de julho, trouxe-nos à tona duas grandes considerações importantes. A primeira delas, obviamente, é a confirmação da merda que é ter somente uma companhia controlando todo o tráfego de dados virtuais de todos os órgãos públicos e privados de nossa região. A segunda – um pouco mais séria – é a certeza de que nossa sociedade não consegue mais sobreviver sem a internet.

Esses quase dois dias de ‘apagão’ foram suficientes para comprovar isso. Serviços essenciais ficaram paralisados, empresas não puderam cumprir seu expediente de forma normal e, a maioria de nós, teve que descobrir alternativas para não bater a cabeça na parede pelo fato de não pode bater papo no MSN e nem fuçar no Orkut. Mais do que uma ferramenta de trabalho, a internet adquiriu o mesmo grau de necessidade básica do ar, da água e dos alimentos. Sem ela, nós morremos.

Vocês podem até achar que eu sou a única pessoa no mundo que demorou tanto para chegar a essa conclusão e eu assumo que a repercussão da pane me fez pensar em uma realidade que eu, até então, não tinha me dado conta que havia caminho para esse ponto. A certeza de saber que o motor de nosso cotidiano está preso em uma telinha de poucos centímetros de largura e correndo dentro de fios invisíveis me dá medo. A dependência é tamanha que uma das coisas de que mais se falou nesses dias foi do possível ressarcimento que a Telefônica deveria prestar para os usuários que passaram a quinta e a sexta chupando o dedo e da indignação de quem, mesmo depois da empresa declarar que estava tudo resolvido, ainda não conseguia fazer as pazes com a conexão do Speedy. Negar a internet ao povo virou crime.

E, obviamente, esse é um patamar do qual não dá mais para retroceder. Outro dia, em uma conversa informal entre amigos, alguém comentou que o maior atentado terrorista que alguém poderia fazer no mundo atual não seria em torres, monumentos ou símbolos financeiros de nenhum país. Bastaria destruir o servidor do Google. Nada arrasaria mais a humanidade do que perder todos os dados salvos no Gmail.

De qualquer forma, o incidente dessa semana serve como um alerta para que os profissionais da internet se estruturem para  conseguir carregar o mundo nas costas. O legal disso é que, pelo menos por dois dias, a gente pôde matar a saudade de práticas bem antigas, como usar o fax, falar ao telefone, procurar alguma outra atividade no plano não-virtual e parar para uma conversinha com quem está do seu lado. Coisas que estão cada vez mais saindo de moda.

 

Obs1: Esse post não foi publicado anteriormente porque o meu ilustre bairro foi um dos últimos a ter o serviço do Speedy restabelecido.

Obs2: Apesar das dificuldades trazidas pelo apagão, informo que a rede do meu trabalho estava firme e forte, o que me impediu de ter bons momentos de ócio.

Obs3: As menções à Folha Online feitas no post são um merchandising gratuito!



Escrito por Babi às 22h16
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Paraíso

No Paraíso Terrestre

 

Em fases difíceis, nada melhor do que tirar um dia para visitar o Paraíso. Ainda que tal visita exija que você acorde antes das 6h da manhã em um domingo de outono.

Quando você vai a algum lugar no qual os três pilares de sustentação que o formam são os princípios da Bondade, da Verdade e da Beleza, não há como não sentir uma faísca interna que nos aproxima de uma força maior que, muitas vezes, não precisa de uma concreta definição para ser percebida.

Não se trata de uma religião, mas sim de busca por paz de espírito. Ainda mais quando é exatamente essa paz o pedido mais forte e mais carente que o seu coração faz. E é tão bom quando você consegue encontra-la no correr das águas de uma cachoeira, no colorido incrível de uns canteiros de flores ou na sensação quente do sol queimando a pele quando deitamos em uma grama verde.

Eu ainda não sei se em algum plano desse universo existe, de fato, um Paraíso. Mas, posso dizer que mais ou menos perto daqui - em Guarapiranga - há uma boa amostra grátis dele.

Sei que, dentre tantas carências, essa paz ainda é insuficiente. Mas, pelo menos por esse dia, foi a que esteve ao meu alcance.

 

 

 O paraíso, visto por um dos seus não-melhores ângulos.



Escrito por Babi às 21h18
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Rolling Stone

Visão do Inferno

E quando você pensa que já viu de tudo.....

...sempre vem a imprensa para mostrar que é possível piorar!

Nota de esclarecimento: quando questionados sobre o porquê de terem feito isso, os moços do ‘NX Zero’ deram a seguinte justificativa: "Para todo mundo ver quem a gente realmente é". Medo!



Escrito por Babi às 22h55
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Desilusões perdidas

Trabalhar para quê?

Depois de bater o recorde de 13 horas dentro de uma redação e de ter sentido, pela primeira vez, que aquela tão assustadora história da ‘pane cerebral’ realmente existe, a gente passa a questionar muitos valores. E a dar total, plena e completa razão para o autor da máxima abaixo*.

“ O jornalismo é uma excelente profissão, desde que abandonada a tempo”.

Ernest Hemingway

 

*Só faltou ele ensinar o que a gente deve tomar para se livrar do vício!  



Escrito por Babi às 18h45
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Em tempos de crise...

Filosofias para não morrer de stress

 

Sabem por que eu gosto tanto de 2008?

Porque, a cada dia que acordo, penso que falta menos tempo para ele terminar!



Escrito por Babi às 09h54
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